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Riluzol
Riluzol 50mg 56 Comprimidos Revestidos
O Riluzol 50mg é um medicamento genérico indicado para o tratamento de pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA) ou doença do neurônio motor, condição em que as células nervosas responsáveis por enviar estímulos aos músculos são afetadas, podendo causar fraqueza, perda muscular e paralisia.
Seu princípio ativo é o riluzol, substância que atua no sistema nervoso. Embora a causa exata da ELA ainda não seja totalmente conhecida, acredita-se que o excesso de glutamato esteja relacionado à lesão das células nervosas.
O riluzol bloqueia a liberação de glutamato, ajudando a prevenir que as células nervosas sejam lesionadas. Após a administração oral, o tempo médio para atingir o pico de concentração é de aproximadamente 1 a 1,5 hora.
Conteúdo da embalagem: 56 comprimidos revestidos de 50mg.
Fabricado por: Cristália.
Indicação etária: uso adulto.
Princípio ativo: cada comprimido revestido contém 50mg de riluzol.
Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio e polissorbato 80.
O Riluzol serve para o tratamento de pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA) ou doença do neurônio motor.
A ELA é uma doença que afeta os neurônios motores, responsáveis por transmitir estímulos aos músculos. Com a progressão da doença, podem ocorrer sintomas como fraqueza, perda muscular e paralisia.
O riluzol atua bloqueando a liberação de glutamato, neurotransmissor que, em excesso, é associado à lesão das células nervosas na doença do neurônio motor.
A dose recomendada de Riluzol é de 50mg a cada 12 horas. Doses diárias maiores não proporcionam aumento esperado do benefício e podem aumentar o risco de reações adversas.
O Riluzol não deve ser utilizado por pessoas com histórico de reação alérgica grave ao riluzol ou a qualquer componente da fórmula.
O Riluzol pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico e exames laboratoriais periódicos para avaliação da função hepática.
Os pacientes não devem dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento caso apresentem tontura ou vertigem.
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