O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição que afeta a atenção, o controle dos impulsos e o comportamento. Ele pode aparecer na infância e continuar na vida adulta.
O tratamento pode incluir acompanhamento psicológico, mudanças na rotina e uso de medicamentos prescritos por um médico.
O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento, cujo os principais sintomas são:
Segundo especialistas, o transtorno tem forte relação genética e alterações no funcionamento do cérebro.
O diagnóstico deve ser feito por um profissional de saúde.
Muitos adultos descobrem o TDAH após perceberem dificuldades no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos.
Os sintomas variam de pessoa para pessoa, entre os mais comuns estão:
Nas crianças, os sinais costumam aparecer na escola.
Os sintomas mais comuns incluem:
Atenção: nem toda criança agitada tem TDAH, por isso, a avaliação médica é importante.
Os medicamentos ajudam a melhorar a atenção e reduzir a impulsividade e a hiperatividade. Os mais usados são:
O metilfenidato é um dos medicamentos mais conhecidos para TDAH. Ele ajuda a aumentar a concentração e melhorar o foco.
Venvanse e Ritalina são medicamentos usados no tratamento do TDAH, mas possuem diferenças na duração do efeito e na forma de ação.
A Ritalina, à base de metilfenidato, costuma ter ação mais rápida e duração menor.
O Venvanse, que contém lisdexanfetamina, geralmente apresenta efeito mais prolongado ao longo do dia.
Os dois podem ajudar no foco, atenção e controle da impulsividade. O melhor medicamento depende da resposta do organismo, da rotina e da avaliação médica de cada paciente.
O Atentah contém atomoxetina e age de forma diferente da Ritalina. Enquanto a Ritalina é um estimulante, o Atentah é um medicamento não estimulante.
A atomoxetina pode ser indicada para pessoas que apresentam efeitos colaterais com estimulantes ou possuem contraindicações.
A Ritalina costuma apresentar efeito mais rápido, enquanto o Atentah pode levar algumas semanas para atingir o resultado esperado.
Os medicamentos atuam em substâncias químicas do cérebro ligadas à atenção e ao comportamento.
Os estimulantes aumentam a ação da dopamina e da noradrenalina. Isso pode melhorar:
Evite durante o tratamento:
Não existe um exame único para confirmar o TDAH, o diagnóstico deve ser feito por um profissional especializado. A avaliação leva em conta sintomas, histórico e impacto na rotina.
O diagnóstico pode ser feito por:
O TDAH possui forte influência genética.
Fatores ligados ao desenvolvimento cerebral também podem estar envolvidos.
O transtorno não é causado por preguiça ou falta de disciplina.
O termo “surto de TDAH” não é um diagnóstico oficial. Mas em situações de estresse, algumas pessoas podem apresentar momentos de:
Os sintomas do TDAH são divididos em dois grupos: desatenção e hiperatividade/impulsividade.
Atualmente, os especialistas classificam o TDAH em três apresentações:
Algumas pessoas também citam classificações informais relacionadas ao comportamento emocional.
Os sintomas variam bastante entre os indivíduos. Uma pessoa com TDAH pode apresentar:
Muitas pessoas com TDAH também são criativas e conseguem ter hiperfoco em atividades de interesse.
Os três pilares do TDAH são:
Nem todas as pessoas apresentam os três sintomas da mesma forma.
Pessoas com TDAH podem ter maior risco de ansiedade e depressão. As dificuldades do dia a dia podem afetar a autoestima e o bem-estar emocional. O acompanhamento profissional é importante.
O TDAH não possui cura definitiva. Mas o tratamento ajuda a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento médico e psicológico faz diferença no resultado.
Na Pague Menos, você encontra medicamentos para TDAH prescritos por profissionais de saúde.
Consulte sempre um médico antes de iniciar qualquer tratamento e siga corretamente a bula e as orientações da prescrição.
Confira outras categorias de medicamentos:
Sistema Nervoso Central | Remédio para Esquizofrenia | Remédio para Epilepsia | Reposição Hormonal
Fontes utilizadas: Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA); Ministério da Saúde; Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5); Sociedade Brasileira de Pediatria; Organização Mundial da Saúde (OMS).